Mídias/Redes Sociais

Como o mesmo assunto pode ser tratado nas mídias sociais

Com o crescimento das mídias sociais e suas redes, é notável que o público normalmente age da mesma forma em todas elas, mas há, é claro, aqueles usuários que sabem da importância de diversificar o conteúdo informativo em suas redes sociais, e assim fazem.

Encontrei um infográfico mostrando como um mesmo tema é tratado nas redes sociais. 

Acompanhe!

P.S.: Desconheço o autor do infográfico.

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Software promete prever popularidade de tuítes de notícias com 84% de acerto

Do UOL, em São Paulo – 15/02/12

O Twitter conquista a cada dia mais participantes

Decifrar o sucesso de um post no Twitter não é uma tarefa fácil – quase sempre “chutamos” alguns motivos óbvios, como “Esse tuíte fala de uma celebridade” ou “O post é de uma fonte confiável”. Com o objetivo de medir a popularidade de postagens envolvendo notícias e como elas se propagam no microblog, cientistas do HP Labs criaram um software que promete prever com 84% de acerto a chance de sucesso desses tuítes. Acredite: aquele seu palpite pode estar certo.

Os cientistas – Sitaram Asur, Bandari Roja e Huberman Bernardo – escolheram quatro fatores que poderiam determinar a popularidade de um tuíte de notícia (bem parecidos com critérios que qualquer pessoa comum adotaria). Foram eles: a fonte da notícia (quem cria e publica);  a categoria da notícias (negócios, saúde, tecnologia, esporte etc); se a linguagem do texto foi emocional ou objetiva e se celebridades, marcas famosas ou outras instituições notáveis são mencionadas nele.

Depois disso, os cientistas criaram uma nota para cada notícia, baseada em uma pontuação conquistada em cada um dos quatro fatores de popularidade. Em seguida, usando modelos estatísticos, fizeram uma previsão do número de retuítes que a notícia receberia, calculada pelo software da HP.

A conclusão a que chegaram os pesquisadores confirma a “sabedoria popular” dos tuiteiros. Os fatores que mais contribuíram para a popularidade de uma notícia foram fontes confiáveis, menções a celebridades e pertencer a categorias populares.

“Em termos de número de retuítes, as fontes top de notícias no Twitter não são necessariamente agências convencionalmente populares e vários blogs de tecnologia, como o Mashable e Google Blog, são largamente compartilhados nas mídias sociais”, concluem os cientistas.

Uma surpresa, no entanto, é que o tom do tuíte (emocional ou objetivo) pouco influenciou sua popularidade. Ou seja: manchetes sensacionalistas no Twitter não são capazes de gerar uma maior propagação que relatos simples.

O software, apesar de fornecer o alcance aproximado da popularidade de uma notícia tuitada, não consegue prever o número exato de retuítes que ela vai ter.

O estudo, chamado “A força das notícias na mídia social: previsão de popularidade”, foi feito com base em 40 mil notícias publicadas ao longo de nove dias em agosto do ano passado.

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Use as mídias sociais ao seu favor

Lembro que quando entrei nesse mundo interligado em rede pelas mídias sociais, eu não imaginava que poderia extrair tanta coisa proveitosa delas. Diferente do que alguns afirmam, existe e sempre existiu vida útil nelas. No entanto, ainda tem gente fazendo desses meios de comunicação apenas um passa-tempo, achando que não é nada mais que um álbum de fotos ou de um meio para fazer piada e se comunicar via recados. Ora, o uso das redes sociais devem ir e vão muito além disso. Não podemos perder tempo! Eu achava que entrar em uma comunidade do Orkut e deixar as minhas opiniões já era tudo… Ledo engano!

Não que seu perfil no Twitter, Facebook ou outra similar precise ser um espaço metodicamente formal, para falar apenas de trabalho ou assuntos de seu interesse profissional, mas vale destacar que as trocas de informações quando você direciona seu foco, é extremamente enriquecedor. É importante lembrar que o Twitter, Facebook, por exemplos, além de redes de relacionamentos – leia-se: locais nos quais você interage com outras pessoas – são espaços bem propícios para aprender sobre o que você quer para sua vida profissional.

Seguir, adicionar pessoas que ‘falam’ sobre o que você quer ‘ouvir’ é um método de se manter muito bem informado sobre determinados assuntos. Produzir conteúdo também! Lembro que os últimos 30 livros que tomei conhecimento, surgiram de indicações via Twitter. Não se contente apenas com o curtir ou retuitar… Discuta, discorde, comente, diga: “não entendi o que você quis dizer” e chama para uma conversa perfil a perfil. Garanto que o diálogo online será extremamente válido.

Quando você deixa claro o motivo pelo qual está ali, conectado, tudo fica mais fácil. Lembre-se que muitos estão procurando um profissional nessas mídias digitais. Tem gente que observa o que você compartilha e você pode não saber disso e perder grandes oportunidades de trabalho. Sou adepta do “digas quem segues e eu te direis quem és”, ou “você é o que você posta”. Cuidado, a entrevista naquele emprego que você tanto quer pode começar pelo seu Twitter!

Hoje, como profissional de Comunicação, estou focando minhas leituras e estudos em assessoria de comunicação, jornalismo literário e como as mídias sociais – que gosto tanto – vêm trabalhando a Comunicação de uma forma global e para estudar in loco isso, preciso estar online vendo o que está sendo mostrado a respeito. Percebi que me cercar online de pessoas que também dividem pensamentos similares é a melhor coisa que eu pude fazer, e com isso aprendo todos os dias. Aprendi a usar as mídias sociais ao meu favor. Experimente também!

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Cuidado com o que você tuíta!

O poder que a internet proporciona

As redes sociais, notadamente o micro blog Twitter, vem tomando proporções gigantescas no mundo inteiro e a cada dia sua popularidade aumenta mais. Entre outros vários serviços oferecidos, o Twitter “traz voz” a quem antes se sentia mudo. Traz também uma coisa que, por muito tempo, com censura ou não, muitos almejaram e ainda lutam por esse bem: A liberdade de expressão. Essa liberdade é debatida, cobrada e desejada em vários setores da mídia e é tema de várias discussões em diferentes níveis. Vai desde ao profissional de Comunicação ao cidadão comum. É assunto do tempo em que o país vivia em regime militar, na época de Getúlio Vargas, até ao Governo atual. Tudo isso porque falar, escrever o que bem quiser é um direito adquirido. Por outro lado, ter essa liberdade nas mãos, no dedilhar do teclado de um computador pode trazer problemas sérios, quando mal usada.

O Twitter é uma ferramenta afiada para divulgação, interação e até bate papo, às vezes, mas sua maior funcionalidade é a de desenvolver o processo de trocas de informações, dada a rapidez que uma frase, um link se espalha através de uns retweets. Ao mesmo tempo em que pode ser fugaz devido a velocidade com que as notícias “envelhecem”, também pode fazer perdurar temas, notícias por um dia inteiro no topo dos assuntos tendências, o trending.

Estamos na pluraridade

“Somos donos do que calamos e escravos do que falamos.”

Dan Nuesch

Falar ou escrever sem pensar nas conseqüências pode trazer uma série de constrangimentos, problemas para o mencionado e para o remetente da mensagem. Pode causar danos pessoais, morais e/ou profissionais e até ser motivo de ações processuais que fazem o ‘culpado’ pagar de alguma forma na justiça. Já tivemos casos de pessoas comuns sair tuitando que não deviam e que pagaram muito caro por ter falado o que bem entenderam. Internautas que em um impulso e que pela facilidade de divulgar o que está pensando naquele momento tiveram suas vidas online conturbadas, sendo acusados de preconceituosos, racistas e outros adjetivos mais.

O que se percebe e fica bem claro é que algumas pessoas não conhecem o efeito de usar o meio-termo ou termos leves quando querem cobrar, mostrar ou divulgar algo não muito positivo referente a alguém. Podemos xingar, ser chulos e dizer o que bem quisermos sobre algum produto ou serviço de forma que pareça degradante, que manche mesmo a imagem da pessoa, produto ou serviço, mas não devemos. Há formas e formas de fazermos as nossas reivindicações e desabafos ganharem espaço e atenção, basta tomar alguns cuidados e pensar várias vezes antes de apertar o Tweet ou Enter. As pessoas online esquecem-se de se auto-ponderar e de medir de modo inteligente o pensamento. Esquecem-se de que uma simples palavra, frase pode cair pesado e ganhar proporções grandes quando mal interpretada. É possível sim ganhar voz sem precisar gritar. É possível sim ser polêmico sem precisar agredir.

No auge da emoção, gaste os meio-termos!

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O Boom das Redes Sociais é modismo?

Até que ponto elas vão resistir?

Já li em diversas notícias que 2011 é o ano delas. Passaram de simples ferramentas de união, de aproximação e de relacionamentos para fontes de pesquisas, buscas, protestos sociais, emprego, divulgação de imagens e serviços, são agregadoras de valores, informação, passa-tempo, não tem muita hierarquia e muitos podem estar inseridos nela, mostrando quem são ou o que gostariam de ser.

Ela é acima de qualquer outra definição uma rede de comunicação. Sempre existiu. Desde que o mundo é mundo e nele habitam seres racionais. Rede Social não é apenas feita por aquela comunidade online, ela se inspira nas redes offlines para construir sua base de relacionamento, mas até quando isso vai durar? Redes Sociais é um modismo cibernético?

Falam dela na Televisão, no Rádio, está presente na Revista, no Jornal impresso, nos sites nem se fala… Torna-se redundante comentar. Ela vem crescendo assustadoramente e os números sempre apresentam dados de sua importância na vida das pessoas e da forma como elas vêm contribuindo com o compartilhamento de dados… Vale lembrar que ela ainda não está massificada, ainda veremos muito mais pela frente.

 O que parece é que as redes sociais estão invertendo o papel do social que ela carrega. Aproxima as pessoas virtualmente, mas as afastam no offline. Há quem prefira passar uma tarde de sábado tuitando a ter que passar uma tarde no cinema com amigos ou na casa de um parente. O online é o espelho do offline e vice-versa. Ou não? E o que isso tem a ver com modismo? Tem que pelo fato de todo mundo está lá, inclusive os meus ídolos da música, da televisão, do futebol estão lá, portanto, eu preciso estar também, embora eu nem goste muito de ficar uma tarde inteira clicando nas atualizações. Verdade?

Até quando teremos assuntos para escrever e discutir sobre esse assunto? Será que as redes sociais é um movimento breve? Até que ponto ela pode chegar? Até quando ela vai influenciar a nossa forma de viver virtual e realmente?

Dizem que as pessoas estão se cansando delas…

Hoje é fácil ser viciado nesses sites que nos deixa a par de notícias, que nos deixa atualizados sobre o que nossos amigos, parentes andam compartilhando. É simples ficar conectado quando temos uma conexão boa que em um instante nos mostra o conteúdo daquele vídeo divulgado. É fácil ficar ligado nessa força mágica que nos permite trocar mensagens com quem está em outro continente, mas difícil mesmo é pensar que um dia ela existiu via Correios.

O tuiteiro @RicardoKrusty ficou sabendo em uma conversa offline, que já existiu uma rede social que tratava do Regime Militar, entre as décadas de 60 e 80, através de cartas e fitas K7. As informações eram trocadas via cartas. Incrível, não? Tem mais: segundo Ricardo, em algumas tribos africanas havia uma rede social e a comunicação era baseada em fumaça e sons. Linguagens de um povo que se comunicava muito bem… Vai ver que muito melhor que a gente hoje. Enfim, nós sempre vivemos em redes sociais, mas ninguém enxergava isso como uma projeção futura, fazia parte dos estudos antropológicos e sociais. Ou será que já sonhávamos com isso tudo?

Talvez só o profeta Pierre Levy pensou tão longe…

Essas informações servem para provar que nem tudo era tão simples e ao alcance de um login. Os povos sempre viveram em rede social, de uma forma que garantia a sua sobrevivência e que tornava as tarefas cotidianas mais organizadas e conectadas. Assim, dessa forma, eles procuravam alimentos e encontrava segurança, conforto e isso tornava esses povos uma tribo de gente conectada, era a era pré-internet.

Então, a partir de agora, precisamos pensar em rede social não só como um Orkut, Facebook Twitter ou outro parecido. Rede Social somos nós desde sempre, só que agora, somos tribos ligadas pelos computadores, o que nos tornam serem abençoados pela tecnologia da informação e participantes de uma sociedade coletiva, capazes de lançar suas opiniões, críticas e de acompanhar de perto a R-evolução tecnológica do mundo, de forma enriquecedora para quem faz o uso correto dessa evolução. Somos seres sociais virtualizados, e ainda reais. Brindemos essa conquista!

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